BALANÇO ANUAL

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AGENDA QUINCASBLOG: BALANÇO ANUAL

                                                Lauro Moreira

Os meus  parcos porém fieis leitores sabem desde sempre que este nosso Quincasblog não se interessa muito por atos e fatos da atualidade, pela vida que corre no presente, pelas manchetes dos jornais de hoje, estando de preferência voltado para o exercício de resgate da memória pessoal, da evocação de um tempo ido e vivido. Mas por vezes acontecimentos da atualidade nos golpeiam de tal modo, que não há como escapar. E o pior é que são em geral tristes, até lutuosos, esses acontecimentos. O desaparecimento, súbito ou não, de pessoas que marcaram sua passagem pelo mundo – e cujo convívio, e até amizade, tive o privilégio de cultivar – não está para mim no rol dos “acontecimentos da atualidade”, mas sim da eternidade. A morte do Presidente Mário Soares no início deste ano, a partida do poeta Manuel (Manolo) Graña e do cineasta Manuel de Oliveira há dois anos, por exemplo, tiveram um grande impacto para todos que os conhecíamos. Por isso estão evocados com saudade em matérias publicadas neste Quincasblog.

Agora, retomando contato com os leitores após mais um período de preguiçosa inatividade – ou seria de simples desânimo, fruto de amarga frustração provocada pela “atual conjuntura brasileira”? – decidi (re)começar com algo muito simples, quase estatístico, que no fundo serve mais a mim que aos pacientes leitores, reconheço. Será apenas um olhar retrospectivo e resumido de minha agenda dos últimos doze meses de atividades na área cultural, passados em temporadas alternadas entre Brasil e Portugal. Na verdade, desde que deixei o Posto de Embaixador em Lisboa e retornamos em definitivo ao Brasil (já lá se vão sete anos, mon Dieu!) minha mulher e eu temos passado regularmente duas temporadas anuais em Portugal, país e povo aos quais me sinto cada dia mais chegado.

O que segue agora são apenas algumas notas esquemáticas que eu já havia tomado há algum tempo, acrescidas da necessária atualização dos eventos ocorridos posteriormente.

PORTUGAL: março/abril/maio de 2016

Escrevi na época: “De volta ao Brasil, depois de mais uma temporada de dois meses e tanto em terras portuguesas. Uma maravilha, como sempre. Cercado de amigos, de gente simpática, respirando cultura e deliciando-me com as belezas de Lisboa e de todo o país. E além de tudo, cumprindo como sempre uma rica agenda de atividades culturais, envolvendo palestras, recitais de poesia, seminários, etc. Enfim, coisas que que só me dão prazer. Recapitulando, tive a oportunidade de realizar nesta temporada as seguintes atividades:

21/03/16 – Recital de poesia no Palácio Foz, em Lisboa: À sombra das mangueiras de Belém do Pará”, com obras dos mais importantes poetas paraenses, por mim selecionadas. A convite da historiadora Professora Maria Adelina Amorim, Coordenadora das Comemorações em Homenagem aos 400 anos da cidade de Belém.

22/03/2016 – Palestra na Sociedade de Geografia de Lisboa, a convite do IV Congresso da Cidadania Lusófona, promovido pelo Movimento Internacional Lusófono e a SGL, sobre o tema “A CPLP e a Cidadania Lusófona”

10/05/2016 – Palestra em curso promovido no âmbito do Consulado Geral do Brasil em Lisboa sobre o tema “Quatro séculos de Poesia no Brasil”

18/05/2016 –  “Poesia em Concerto: Poetas de Brasil e Portugal “ – Recital com o poeta e romancista Mário Máximo, no Teatro Amélia Rey Colaço, Algés, Lisboa.

24/05/2016 – “Vozes Poéticas da Língua Portuguesa” – Recital com o escritor Mário Máximo, na sede da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa – CPLP, Lisboa, reunindo poemas de autores dos oito países de Língua Portuguesa.

RECITAL CPLP

26/05/2016 –  “Inovação, Modernidade e Universalidade da Obra de Machado de Assis”, conferência pronunciada na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. O tema dessa e de outras palestras sobre Machado de Assis, eu venho há anos desenvolvendo, como sabem os leitores, em Portugal,  Brasil e outros países lusófonos (como Cabo Verde), com uma aceitação  muito estimulante.

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BRASIL:  junho/julho/agosto/setembro

14/06/2016 – Palestra sobre   “A Poesia de Marly de Oliveira”, a convite da Oficina Cultural Cândido Portinari, no âmbito da Feira do Livro de Ribeirão Preto.

24/08 – Apresentação no Teatro Basileu França, em Goiânia, do recital “Manuel Bandeira: o Poeta em Botafogo”, baseado em meu CD homônimo, gravado com a voz do próprio Poeta, em minha residência no Rio de Janeiro, no final dos anos de 1960. Participação da soprano Ângela Barra e dos  músicos Carlos Costa e componentes do Goiás Piano Quartet.Manuel Bandeira

28/08 – Palestra-recital na Academia de Letras de Itaberaí, Goiás,  da qual sou membro efetivo, sob o título de “Um Panorama da Poesia Brasileira”.

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PORTUGAL: Outubro/novembro/dezembro/2016

 18/10 –  Eleito Presidente do Conselho Diretivo do OLP-Observatório da Língua Portuguesa, com sede em Lisboa.

 09/11 – Nova apresentação da conferência intitulada “Inovação, Modernidade e Universalidade da Obra de Machado de Assis”, agora no Salão da Biblioteca Nacional de Portugal.

Conferência _ Inovação, Universalidade e Atualidade da obra de Machado de Assis _ 9 nov. | 18h00-4-2

17/11/2016 – Conferência na Universidade Lusófona de Lisboa, sob o título  “A Construção da Lusofonia”, no âmbito do Seminário “Democracia e Identidade Cultural nos Países de Língua Oficial Portuguesa”, promovido pela Associação Mares Navegados.

19/11/16  –Meu novo espetáculo, intitulado “Três Epopeias Brasileiras”, estreado hoje no palco da Biblioteca Municipal de Alcobaça, com meu amigo Professor Rui Rasquilho. Como já mencionei em matéria publicada neste Quincasblog, há  tempos namorava a ideia de apresentar um recital reunindo três poemas épicos de largo fôlego da literatura brasileira. Seriam eles o Y Juca Pirama, de Gonçalves Dias, O Navio Negreiro, de Castro Alves, e O Caçador de Esmeraldas, de Olavo Bilac. Além de constituírem o que há de melhor em nossa poesia épica, eles evocam três dos mais importantes aspectos da formação histórica e cultural do Brasil, ou seja, a forte presença do índio nativo, a conquista e o alargamento do território pelos Bandeirantes e, finalmente, a imensa e sofrida contribuição do negro africano escravizado. Da fusão étnica e cultural dessas três raças básicas nasce o Brasil.

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25/11/16 –  Reapresentação de “Três Epopeias Brasileiras” em Trás-os-Montes, a convite da Douro Generation – Associação de Desenvolvimento, com a participação da atriz e querida amiga Paula Castelar, no Conservatório de Música de Vila Real.

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23/11/16 – Nova apresentação do recital de poesia À sombra das mangueiras de Belém do Pará”, desta vez no Salão da Biblioteca Nacional de Portugal.

05/12 – Nova apresentação do espetáculo “Três Epopeias Brasileiras”, no prestigioso Teatro A Barraca, em Lisboa, tendo o poeta Mário Máximo como leitor-narrador dos textos introdutórios.

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BRASIL: janeiro/fevereiro/março/abril de 2017

 

24/03/2017  –  De volta ao Brasil, em princípios de janeiro. Comentários que anotei no Livro de Visitas do projeto “Caminho de Letras e Árvores”, inaugurado na presença de mais de uma centena de pessoas, na histórica Cidade de Goiás, berço e primeira Sede de meu Estado natal:

“Senti-me orgulhoso e feliz por ter participado – através da interpretação de “Evocação do Recife”, de Manuel Bandeira – dessa linda, simples e comovente cerimônia de inauguração do “Caminho de Letras e Árvores”. Este é um projeto de largo alcance cultural, destinado a reavivar e preservar a memória de grandes vultos das letras de Goiás, e que só a sensibilidade, generosidade e determinação de minha querida amiga Maria das Graças Fleury poderia conceber e realizar, e com tanto sucesso. Um magnífico presente para a cultura e a ecologia de Goiás e do Brasil.”

Comentário mais que generoso da Professora Graça Fleury em sua página no Facebook:

  Lauro Moreira, sua presença lá, declamando nosso Manoel, Bandeira dos nossos corações e do Brasil, me encheu de emoção. A inauguração teve seu brilho, que é único!

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12/05/17 –  Estreia no Brasil do espetáculo “Três Epopeias Brasileiras”, na Sala Meira Júnior do magnífico Theatro Pedro II, de Ribeirão Preto, onde felizmente repetiu-se (modéstia às favas!…) o êxito que havia alcançado nas três cidades portuguesas. Narração de textos introdutórios a cargo da atriz e Professora Renata Martelli.

Alguns comentários recebidos de pessoas por quem tenho grande apreço intelectual:

        “O embaixador Lauro Moreira, já não é mais surpresa para Ribeirão Preto, deu um show de interpretação poética baseada em clássicos da nossa poesia, declamando o Y Juca Pirama de Gonçalves Dias, O Caçador de Esmeraldas de Olavo Bilac e o Navio Negreiro de Castro Alves, no Theatro Pedro II dia 12 do corrente. A habilidade do Lauro para nos transportar ao contexto do Brasil colônia, aos nossos ancestrais tupis guaranis, quase dizimados, os negros e os portugueses que formataram a base da nossa raça, impressiona. (…) Parabéns Lauro pela colaboração à cultura da nossa cidade.  (Marcos Zeri, escritor, Presidente da Academia de Letras de Ribeirão Preto)

 Prezado Lauro,

     Assistimos (eu e a minha esposa, Matilde) ao seu recital no Auditório Meira Júnior , na noite do dia 12, ontem. Simplesmente maravilhoso! A carga emocional foi de uma intensidade tocante. (…) Nós e outras poucas pessoas o aplaudimos de pé. Todos deveriam fazê-lo em retribuição ao seu talento interpretativo. O seu movimento de mãos, a entonação, o envolvimento…. Tudo perfeito. Aceite as nossas congratulações!!!
Com o abraço fraterno do

Gilberto Andrade de Abreu  (Professor de Literatura, poeta, romancista, ex-Vereador e ex-Secretário de Cultura de Ribeirão Preto)

 Caro Lauro,

 Em nome do Conselho Diretor da SOLEBRARP / Biblioteca Padre Euclides agradeço o seu inestimável apoio e generosidade para com a nossa entidade. O recital foi maravilhoso e o retorno do público, tanto na saída como em manifestações por telefone hoje, não poderia ter sido melhor.

Muitíssimo obrigada. Grande abraço,

Fatu Antunes  (Diretora da centenária Biblioteca Pe. Euclydes, de Ribeirao Preto, SP)

(…)     Foi uma viagem pelo tempo, onde o narrador coloca o contexto histórico do momento em que se desenvolve a ação, e como num filme o espectador vai sendo conduzido pelos sons, da floresta, do mar…Uma belíssima interpretação de três períodos da história do Brasil na poesia de Gonçalves Dias, Olavo Bilac e Castro Alves. Parabéns caro amigo, Embaixador Lauro Moreira, foi uma noite de sonhos e reflexões. (Professora Bertha Maria Ferreira)

 

E mais alguns comentários em redes sociais, como esses:

Áurea Laguna Lauro, realmente a sua performance foi maravilhosa. Abs.

Alvaro Lania Sem duvida alguma foi com muita emoção que em todos os três poemas vc mostrou sua alma. Parabéns. Lauro, foi perfeito, com muita emoção. Uma aula de poesia. Parabéns!

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PORTUGAL: abril/maio/junho/2017

 19/04/17 –     De volta a Portugal. Como podem ver os queridos leitores e leitoras deste nosso Quincas,  tenho tido uma vida bem mais ativa em Portugal que no Brasil…  Logo no dia seguinte ao de minha chegada a Lisboa fiz uma breve palestra no Colóquio internacional da COLUFRAS, uma ONG internacional de que participo há alguns anos, oficialmente criada em 2007, com sede em Montréal, Canadá, e que atua na área dos serviços públicos de saúde, envolvendo um conjunto de países de língua francesa e portuguesa. Colabora diretamente com a OMS, a OPAS e a CPLP. O importante tema do Colóquio deste ano em Lisboa  foi “Estratégias de comunicação para a prevenção dos acidentes de trânsito e redução de seu impacto sobre os serviços de saúde”. Como naturalmente minha área de atuação em nossas reuniões periódicas é a da Língua Portuguesa, coube-me palestrar sobre “Convergências e Desafios da Lusofonia”. (O programa do Seminário encontra-se no site abaixo).

quincasblog.files.wordpress.com/…/colufras-20171.pdfCOLUFRAS 2017

Maio/2017 –   Hoje é o primeiro dia de maio, mês em que devo atender a vários compromissos aqui em Portugal, começando pelo dia 8, quando participarei de um evento bastante diferente e já tradicional na programação do Teatro A Barraca. Trata-se dos chamados “Encontros Imaginários”, criados e escritos pelo ator, diretor e dramaturgo Hélder Costa, com diálogos dos mais surpreendentes,  promovendo a cada quinzena um encontro absolutamente improvável de personagens da história antiga e recente do mundo. Exemplo? Um bate-papo descontraído – e muitas vezes divertido – entre Mao Tsé-Tung, Jesus Cristo e  Goebbels. Ou entre o Padre António Vieira, Maquiavel e Nero. Ou ainda entre Gandhi, Hitler e Maria Antonieta…A verdade é que esse verdadeiro happening tem sido um grande sucesso junto à intelectualidade e ao público em geral de Lisboa, contribuindo para isso a escolha dos atores que representam os personagens, selecionados pelo autor entre figuras destacadas da sociedade portuguesa. Temos então em cena uma mescla de políticos, embaixadores, empresários, banqueiros, atrizes e atores, escritores, poetas, etc., muitos deles conhecidos do grande público local e que, com louvável espírito de humor, aceitam participar do jogo, que no fundo acaba ensinando e divertindo a uma sempre numerosa plateia.

No meu caso particular, acabei sendo convidado por Hélder Costa para participar do Encontro Imaginário do próximo dia 8 de maio, para encarnar ninguém menos que o nosso genial e brasileiríssimo Millôr Fernandes.  Estarei contracenando com o meu amigo e ex-Embaixador de Portugal no Brasil Francisco Seixas da Costa, que fará o papel de Hernán Cortez, o controvertido Conquistador do México e famigerado destruidor de Tenochtitlán, a Capital azteca, e a Professora Lúcia Amante, que se apresentará na pele de Gloria Swanson, a grande atriz do cinema mudo e a inesquecível intérprete da personagem Norma Desmond do filme Sunset Boulevard, de Billy Wilder.

Ainda neste mês de maio deverei participar, a partir do dia 5, da VI Bienal de Culturas Lusófonas de Odivelas.  Ao aceitar o amável convite para voltar a integrar sua Comissão de Honra e elaborar um texto para o Catálogo do evento, manifestei ao Presidente da Câmara Municipal o meu entusiasmo por ver a continuação de um projeto admirável, gestado e mantido por aquela comunidade ao longo de vários anos, e que vem produzindo importantes resultados, a ponto de fazer de Odivelas uma verdadeira Capital da Lusofonia em Portugal. Tanto por minha devotada militância na área lusófona, quanto pelo fato de haver participado desde o primeiro momento desse magnífico projeto da Bienal de Culturas Lusófonas, sem ter falhado a qualquer de suas Edições, sinto-me duplamente homenageado pela gentileza do convite. E ainda neste contexto, deverei atender ao honroso convite do Forum da Lusofonia, para pronunciar a Oração de Sapiência em sua abertura, no dia 19 de maio.

Finalmente, e encerrando mais esta temporada em terras lusíadas, viajarei para Vila Real, a convite da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, da Douro Generation – Associação de Desenvolvimento, e da Associação de Desenvolvimento da Rede de Aldeias Vinhateiras do Douro, para participar do Encontro Internacional de Patrimônios da Humanidade da UNESCO, a realizar-se entre 8 e 10 de junho   no Alto Douro Vinhateiro, nas cidades de Lamego e Vila Real, quando me caberá dissertar sobre o tema A Cultura e as Industrias Criativas no âmbito da Cooperação – Sociedade, Economia e Globalização.

           Mas antes disso, no dia 3 de junho, terei outro compromisso que me deixa igualmente  entusiasmado: uma apresentação no Algarve, no belo Teatro Municipal de Faro, de nosso recital Três Epopeias Brasileiras, com o valioso apoio do Consulado Geral do Brasil naquela cidade, e a participação de meu parceiro-poeta Mário Máximo.

RECITAL EM FARO

Retornando ao Patropi em meados de junho, sigo dias depois para Brasília, onde farei a apresentação do mesmo recital no meu simpático e velho conhecido palco da Embaixada de Portugal. Dois dias depois, 30 de junho, será o momento de estrear essas epopeias em minha terra natal, Goiânia/Goiás, onde (também) canta a jandaia nas frondes da carnaúba … (apenas para lembrar a doce Iracema de nosso grande José de Alencar). E para concluir a nova temporada no Brasil, no dia 1º de outubro estarei novamente em Goiânia, para mais um recital: Uma Geografia Poético-Musical do Brasil, com a participação da Orquestra Sinfônica dirigida pelo Maestro Eliseu Ferreira da Silva e com poemas e músicas das várias regiões do Brasil.

Fora isso, acho que só caberia mencionar, se bem me lembro, duas longas entrevistas que dei à televisão, uma à RTP- África, em Lisboa, e outra ao meu admirável amigo Professor Antônio Cassoni, em Ribeirão Preto, no Brasil, falando de tudo um pouco, ou seja, seguindo à risca o slogan deste nosso Quincasblog.

Obrigado a todos pela paciência, um abraço e até ao próximo post.

Lauro Moreira

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!

 

 

 

 

 

 

 

 

Uau

Triste

Comentários

Áurea Laguna Lauro, realmente a sua performance foi maravilhosa. Abs.

Curtir · Responder · 1 · 13 de abril às 12:31

Alvaro Lania Sem duvida alguma foi com muita emoção que em todos os três poemas vc mostrou sua alma. Parabéns

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Alvaro Lania Lauro foi perfeito com muita emoção. Uma aula em poesia,  parabéns

C

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2 Comentários

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2 Respostas para “BALANÇO ANUAL

  1. TÃO INTENSA ACTIVIDADE CULTURAL AQUÉM E ALÉM FRNTEIRAS, FALA POR SO SÓ.
    Só me resta apresentar-lhe os meus parabéns e, como cidadão português, agradecer-lhe pela sua digressão cultural e amor a PORTUGAL..
    Um grande abraço ao seu amigo Lusitano
    Armando Ribeiro
    http://www.aresemares.com

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