A CECÍLIA MEIRELES QUE CONHECI

                   A CECÍLIA MEIRELES QUE CONHECI

                                                          Lauro Moreira

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Considero o lirismo de Cecília Meireles o mais elevado da moderna poesia de língua portuguesa.  Nenhum outro poeta iguala o seu desprendimento, a sua fluidez, o seu poder transfigurador, a sua simplicidade e seu preciosismo, porque Cecília, só ela, se acerca da nossa poesia primitiva e do nosso lirismo espontâneo…A poesia de Cecília Meireles é uma das mais puras, belas e válidas manifestações da literatura contemporânea.”  Paulo Rónai

   Em crônica publicada neste Quincasblog há cerca de um ano (5/09/14), intitulada  Falemos um pouco de Poesia, que tratava sobretudo de Manuel Bandeira e de meu CD O Poeta em Botafogo, escrevi textualmente:

               “Eu tive o privilégio, embora não sendo poeta mas gostando tanto da Poesia, de viver sempre muito próximo dela e de vários de seus cultores e criadores, alguns de altíssima linhagem. Entre eles, Cecília, Drummond, Bandeira, Murilo Mendes, João Cabral, para citar apenas aqueles que já partiram. Além disso, fui casado por dezessete anos com Marly de Oliveira, mãe de minhas filhas, e uma das vozes mais sensíveis, eruditas e requintadas da poesia em Língua Portuguesa, como proclamavam Antônio Houaiss e a unanimidade da crítica nacional.””

     Pois hoje eu gostaria de conversar um pouco com minhas leitoras e leitores sobre Cecília Meireles. Não para tratar de sua obra altíssima, que a situa entre as vozes mais cristalinas da poesia lusófona, mas para evocar essa figura humana admirável que tanto fez pela educação e pela cultura em nossa terra. Essa mulher bonita, especial, fascinante, de um charme envolvente, que em qualquer encontro ou roda social acabava logo por se tornar o centro de atenção dos presentes. Por sua beleza física, porte altivo, dicção perfeita, sorriso luminoso e profundos olhos verdes no rosto moreno,  inteligência viva, sentido de humor e cultura invejável. Uma das presenças mais marcantes que tive o privilégio de encontrar em toda minha vida. E a despeito de tudo isso, tida por alguns como um tanto inacessível…Unknown-1

     A poetisa Marly de Oliveira, por já haver publicado seu primeiro livro, Cerco da Primavera (ainda como aluna do Curso de Letras da PUC/Rio), estreia saudada com entusiasmo pela crítica especializada e vencedora do Prêmio Alphonsus de Guimaraens, do Instituto Nacional do Livro, tinha e teve sempre por Cecília Meireles uma admiração incondicional. E foi através de Marly que tive eu o privilégio de iniciar um convívio inesquecível com a autora de Vaga Música, de 1961 até sua morte, no dia 9 novembro de 1964, em um hospital do Rio de Janeiro, dois dias após haver completado 63 anos de idade. Esse período de convívio  foi portanto breve, porém intenso, incluindo visitas frequentes a sua bela casa no Cosme Velho, a que se chegava depois de escalar um  terreno íngreme, coberto por um magnífico jardim – na verdade, uma mansão parecida com a própria dona… Além dessas visitas, lembro-me bem de alguns contatos marcantes para mim, como sua presença no Teatro da Maison de France, no Rio, para assistir à estreia da peça A Volta do Marido Pródigo, uma divertida dramatização feita por Léo Gilson Ribeiro do conto homônimo de Guimarães Rosa, na qual eu fazia o papel do marido em questão.

  Outro momento de que não me esqueço, foi quando Marly a convidou para fazer uma conferência aos seus alunos da PUC  – a essas alturas, Marly já tinha concluído seu curso e passado mais de ano com uma bolsa de estudos em Roma, aprofundando os conhecimentos de Língua e Literatura Italiana, e estava agora como Professora- Assistente de Literatura Hispano-Americana e titular de Língua e Literatura Italiana na Faculdade de Nova Friburgo, no interior do Estado. Eu descera para receber Cecília no térreo do edifício, junto aos pilotis, acompanhado do Professor Raul Léllis, autor conhecido de livros didáticos e já, digamos, não muito moço. Quando os apresentei, já que aparentemente não se conheciam, o Professor Léllis foi logo proclamando que havia sido aluno de Cecília, ao que ela prontamente emendou, entre irônica e séria: Não me diga, Professor! Mas enfim é possível, pois várias vezes tive alunos bem mais velhos que eu…

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   Em pouco tempo, nosso relacionamento com Cecília estendeu-se também ao marido, Heitor Grilo, um homem inteligente, culto e muito simpático, professor e engenheiro agrônomo, que nutria pela esposa a mais entusiástica e ostensiva admiração – o que, confesso, era até bonito de se ver. Ficamos também amigos da irmã e do cunhado do Dr. Heitor, um casal já mais velho, com uma filha única, portadora da síndrome de Down, a adolescente Maria Alice, criada com tal carinho e sabedoria, que veio a se tornar uma fonte permanente de encanto para a família, para Marly e para todos os amigos. Cecília e Heitor Grilo tinham-se casado em 1940, cinco anos após a morte de Fernando Correia Dias, artista plástico português, com quem Cecilia se havia unido em 1922, e com quem tivera três filhas, uma delas a conhecida atriz Maria Fernanda. 

    Correia Dias, aliás, antes de vir para o Brasil, e embora bastante jovem, teve participação destacada como um dos pioneiros do movimento modernista em Portugal, que  marca seu início com a publicação da revista trimestral Orpheu (1915),  dirigida por Fernando Ferro,  com colaborações, entre outros,  de Fernando Pessoa, Almada Negreiros e Mário de Sá Carneiro, há exatos cem anos. Curiosamente, desde sua morte por suicídio em 1935, no Rio de Janeiro, a memória de Correia Dias foi sendo aos poucos apagada, e só recentemente, em 2013, uma seleção de suas gravuras guardadas na velha casa do Cosme Velho veio a publico, com o lançamento da obra “Fernando Correia Dias — Um poeta do traço” (Editora Batel), do historiador português Osvaldo Macedo de Sousa. Segundo este, “Correia Dias foi um cenógrafo da vida, seja nas artes gráficas, nas artes decorativas ou na publicidade. Foi o primeiro artista português a criar uma página publicitária para os seus serviços multidisciplinares, como caricatura, ilustração, cartazes, vitrais, cerâmica, pirogravura, marcenaria. Seu Grupo de Coimbra seria o grande motor da introdução do modernismo em Portugal.”

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    Não é sem razão que tanto a vida quanto a obra de Cecília estejam embebidas da cultura e da alma portuguesas: seus antepassados eram imigrantes açorianos; sua avó, que a criou, era da Ilha de São Miguel (onde nascera também a mãe de Machado de Assis); e seu primeiro marido chega de Coimbra ao Rio de Janeiro aos 21 anos de idade, tendo seu talento de artista logo reconhecido pela intelectualidade local, a começar por Ronald de Carvalho, seu grande incentivador e diretor para o Brasil da revista Orpheu. E foi ao lado de Correia Dias, que a apresentou aos jovens vanguardistas portugueses, que Cecilia Meireles realizou sua primeira viagem a Portugal, em 1934.  Aliás, não posso de deixar de mencionar a esse respeito uma passagem bastante curiosa de um exitoso livro recentemente lançado em Portugal, intitulado “”Fernando Pessoa – O Romance”,  uma espécie de  autobiografia do poeta (ou dos poetas), escrita por Sonia Louro, na qual se registra a tentativa  (verídica) de um encontro de Cecília com Fernando Pessoa na Brasileira do Chiado, tentativa frustrada pela incrível timidez e insegurança do autor de Chuva Oblíqua, que acabou deixando a colega brasileira esperando em vão durante mais de duas hora. Enquanto ela esperava, ele passava incógnito por seu hotel e deixava o exemplar de um livro autografado… Nada a admirar, pois “Na Brasileira, no Martinho, era eu quem mais ouvia e menos falava, talvez porque o meu desejo mais profundo fosse falar largamente para o mundo todo através do que escrevia.” (Pág. 267).

    A vida de Cecília não foi nada fácil, pelo menos até seu segundo casamento, em 1940. Subitamente viúva, com três filhas pequenas para criar, teve que se dedicar de corpo e alma às atividades de professora e jornalista para sobreviver. É ela mesma quem evoca lindamente seus primeiros anos de orfandade e solidão, ao lado da lição de vida que aprenderia para sempre:

“Nasci aqui mesmo no Rio de Janeiro, três meses depois da morte de meu pai, e perdi minha mãe antes dos três anos. Essas e outras mortes ocorridas na família acarretaram muitos contratempos materiais, mas, ao mesmo tempo, me deram, desde pequenina, uma tal intimidade com a Morte que docemente aprendi essas relações entre o Efêmero e o Eterno.

(…) Em toda a vida, nunca me esforcei por ganhar nem me espantei por perder. A noção ou o sentimento da transitoriedade de tudo é o fundamento mesmo da minha personalidade.

(…) Minha infância de menina sozinha deu-me duas coisas que parecem negativas, e foram sempre positivas para mim: silêncio e solidão. Essa foi sempre a área de minha vida. Área mágica, onde os caleidoscópios inventaram fabulosos mundos geométricos, onde os relógios revelaram o segredo do seu mecanismo, e as bonecas o jogo do seu olhar. Mais tarde foi nessa área que os livros se abriram, e deixaram sair suas realidades e seus sonhos, em combinação tão harmoniosa que até hoje não compreendo como se possa estabelecer uma separação entre esses dois tempos de vida, unidos como os fios de um pano.”

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    Cecília Meireles andou por todo o mundo. Realizou numerosas viagens aos Estados Unidos – foi inclusive Professora de Literatura e Cultura Brasileiras na Universidade do Texas – à América Latina, à Europa, à Ásia e à África, fazendo conferências e ministrando cursos em diferentes países sobre Literatura, Educação e Folclore, em cujos estudos era uma reconhecida especialista. Representou o Brasil em diversos congressos internacionais, foi condecorada pelo Chile de sua amiga Gabriela Mistral, recebeu importantes homenagens em Goa e o título de Doutora Honoris Causa pela Universidade de Delhi. Aliás, sua afinidade com a Índia de Ghandi e Nehru era conhecida. No meu já mencionado artigo “Falemos um pouco de Poesia”, escrevi também o seguinte:

         “Ou como lembrava Cecília Meireles : ”Conviver com os homens é mais terrível que com os deuses. E ninguém conhece epopeia mais dolorosa que a de moldar, dia a dia, clara e verdadeira, a fugitiva condicão humana”. Na sua emocionada e emocionante Elegia sobre a morte de Ghandi, repetia as palavras desoladas ouvidas do próprio Mahatma: “Les hommes sont des brutes, madame.” :

“Les hommes sont des brutes, madame.”

O vento leva a tua vida toda, e a melhor parte da minha.

Sem bandeira. Sem uniformes. Só alma, no meio de um mundo desmoronado.

Estão prosternadas as mulheres da Índia, como trouxas de soluços.

Tua fogueira está ardendo. O Ganges te levará para longe,

Punhado de cinza que as águas beijarão intimamente,

Que o sol levantará das águas até as infinitas mãos de Deus.

“Les hommes sont des brutes, madame.”

   Os meus generosos leitores deste Quincasblog já conhecem um pouco de minha vida, o que me exime da tarefa de maiores explicações para contextualizar determinados aspectos destas minhas divagações. Assim que não preciso explicar-me demais quando menciono, por exemplo, minha estada de quatro anos em Barcelona, a partir de 1990, à frente do Consulado Geral do Brasil. Certo? Pois bem, nessa época havia por lá – e espero que ainda haja, claro – um certo Colégio Brasil, com mais de 600 alunos de idades aproximadas de sete a quinze anos. Sabendo que esse colégio de Brasil só tinha o nome, visitei um dia o seu Diretor para propor-lhe um plano ambicioso de divulgação de cultura brasileira no âmbito de todas as turmas da escola, a partir do material que o Consulado colocaria à sua disposição. Demos início ao projeto com uma Semana Brasil, recheada de diferentes palestras para os diferentes níveis de alunos (e à noite, uma especial para os pais), de recitais de poesia e de música, de uma apresentação de mamulengos nordestinos brasileiros que por lá se encontravam, e até de um campeonato de futebol entre os alunos, cuja Taça Brasil seria entregue  ao vencedor por ninguém menos que Romário, àquela altura ídolo absoluto do Barça. Por outro lado, ao tomar conhecimento de que a cada ano todos os alunos de todas as turmas estudavam um determinado poeta (espanhol, naturalmente), acabei convencendo o Diretor a adotar para o ano seguinte um poeta brasileiro. E propusemos justamente Cecília Meireles, que foi aceita e estudada ao longo de todo o ano de 1993, com textos de poemas para crianças e adultos traduzidos por nós para o espanhol e até mesmo para o catalão. Um sucesso e uma imensa alegria. E vale acrescentar que ainda em meu período de Barcelona, criei um grupo de jograis para apresentar um espetáculo com obras de poetas brasileiros, um recital que repetimos em vários colégios e centros culturais da Catalunha, e que tinha por título “Canción de un Camino España”, nome em Português de um lindo poema de Cecília Meireles… 

    Por esse tempo, Cecília Meireles era uma poeta mais que admirada em sua terra, e em várias outras, para cujas línguas seus poemas iam sendo cada vez mais traduzidos. Compositores populares como Raimundo Fagner musicavam seus versos, que passavam a ser cantados por um público crescente. E em 1989, uma cédula de 100 Cruzados Novos foi lançada com a efígie da grande poetisa brasileira. Pena que a inflação galopante da época acabou logo por engolir não apenas Cecília, como Drummond, Portinari e até o nosso Mestre dos Mestres, Machado de Assis… No site do Banco Central podem-se ler hoje os detalhes daquela cédula de Cecília, que reproduz inclusive um desenho de sua autoria: 

Anverso:

Retrato de Cecília Meireles (1901-1964), tendo à esquerda, a reprodução de desenho de sua autoria, ao qual se sobrepõem alguns versos manuscritos extraídos de seus “Cânticos”.

Reverso:

A gravura, à esquerda, representa o universo da criança, suas fantasias e o momento da aprendizagem. O painel é completado, à direita, com a reprodução de desenhos feitos pela escritora, representativos de seus estudos e pesquisas sobre folclore, músicas e danças populares.

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    Confesso aos amigos e amigas que deixei para o fim desta narrativa a parte mais tocante para mim, e por isso mesmo aquela que nunca mais me saíu da memória afetiva. Em 1963, Marly de Oliveira e eu havíamos decidido marcar nosso casamento para o início do ano seguinte. Convidamos para nos apadrinhar os amigos Manuel Bandeira e Clarice Lispector, além do ex-Presidente Juscelino Kubitschek, amigo de meu pai. Todos aceitaram, com grande alegria para nós. Mas uma coisa nos penalizou muito: a ausência de uma madrinha que tanto queríamos mas não podíamos convidar, por haver adoecido seriamente naquela época. Essa enfermidade incomplacente impediu-nos a alegria de tê-la conosco no dia 20 de janeiro de 1964, na cerimônia realizada no Rio, na Igreja do Outeiro da Glória. Na verdade, Cecília fora operada no Hospital do Câncer em São Paulo logo no início daquele mesmo mês de janeiro. Depois do casamento, Marly e eu viajamos para Campos do Jordão, e de lá, uma semana depois, para São Paulo, tão só com o fim de visitá-la. Encontrâmo-la muito bem, ainda no hospital, mas já se preparando para sair. Queria descansar um pouco em Serra Negra, uma agradável estância hidromineral e climática, a 150 quilômetros da Capital. Poucos dias depois, Marly e eu fomos também para Serra Negra, de onde Cecília decidiu retornar conosco  para São Paulo em meu pequeno mas valente Volkswagen, enquanto o Dr. Heitor e a enteada Maria Matilde seguiam de ônibus. E o mais extraordinário foi o momento em que tivemos um pneu furado! Tenho ainda guardada comigo, só não descubro onde, uma pequena foto das duas poetisas ao lado do Fusquinha, no acostamento da rodovia, aguardando o habilidoso chofer aqui concluir a troca de pneus…

    Menos de um ano depois, como vimos, em novembro de 1964, falecia nossa querida e tão admirada amiga em um hospital no Rio de Janeiro. E o Brasil, e a Língua de Camões, perdiam uma de suas vozes mais límpidas.

    Volto agora momentaneamente ao hospital em São Paulo, onde a estávamos visitando após a cirurgia. Logo depois de chegarmos a seu apartamento, ela pede ao Dr. Heitor que apanhe no armário o “presente de casamento dos meninos”. Era um embrulho lindo, tipicamente ceciliano, uma delicada caixa amarrada com fitas e  envolta em papel encarnado.. Ao abrí-lo, deparei com algo ainda mais ceciliano, mais simbolizante daquela autora de títulos sugestivos como Mar Absoluto ou Viagem: era um pequeno e delicado barco veleiro de madrepérola, acompanhado por dois versos decassílabos especialmente criados para a ocasião  e escritos numa linda caligrafia  que conhecíamos tão bem:

    Ventos felizes para quem embarca

    Por mar de rosas e nave de nácar…

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    Esta foi a Cecília Meireles que conheci e quis compartilhar com meus amigos do Quincasborba.

     E se quiserem conhecer ou recordar um pouco mais dessa figura ímpar da literatura em língua portuguesa, cliquem por favor no YOU TUBE e e entrem em DVD Maos Dadas: Lauro Moreira interpreta Cecilia Meireles. São apenas quatro minutos…

Ou cliquem em Videos, no alto desta página, e poderão ver este e outros trabalhos nossos colocados no You Tube.

 

 

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8 Comentários

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8 Respostas para “A CECÍLIA MEIRELES QUE CONHECI

  1. Boárcia

    Obrigada pela partilha. Mais um pouco DE CECÍLIA.

  2. Marilda Aquino

    Lauro, mais uma vez você nos brinda com momentos marcantes e especiais de sua vida como homem das letras e cidadão brasileiro de destaque.
    Ficamos felizes com a rica narrativa sobre Cecília Meireles.
    Um grande abraço, Marilda e Deusdedith Aquino

  3. Poucas, serão as minhas palavras, mas o que acabo de ler levou-me a algumas reflexões profundas e termino apenas com duas: Sensacional e tocante. PARABÉNS e um GRANDE ABRAÇO..
    Armando Ribeiro (O amigo Lusitano)
    http://www.aresemares.com

  4. Carlos Alberto

    Meu caro Lauro, que bom ler suas memórias que incluem esse grande ´português-brasileiro’; também tenho essa mesma admiração e endosso seus comentários a respeito dele. Para mim, essa figura estará sempre ligada a José Aparecido pois foi por meio dele que tive a oportunidade, ainda nos tempos do Zé Ministro da Cultura (89), antes do encontro do Maranhão. Mas foi acompanhando o Ministro Rouanet e o Embaixador Lampreia que pude admirá-lo mais de perto. (92). Parabéns e continue com seus sempre proveitosos relatos.

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